“Se o céu está caindo, segure minha mão e aperte-a. Forte, como na canção. E se por acaso o peito se encher daquela agustia conhecida e inconveniente, lembre que meu telefone é antigo, mas que ainda funciona. Cantarei a canção que você gosta até que seu espírito se entregue ao cansaço. Posso segurar seu corpo e aninhar teu rosto no meu colo, de modo que tuas lembranças de infância voltem e tu se recorde como é ter um peito limpo de todas essas coisas. Porque eu não quero te deixar ir. You don’t have to be alone, baby.”
“Feche os olhos e finja que é só um sonho ruim, é assim que eu faço.”
“Nada a declarar, afinal, meu porto seguro é você”
“Posso fazer um pedido?
Nos finais de tardes bonitos, lembra de mim.”